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Programa de pontos: jovem usando cartão de crédito e celular

Programa de pontos, milhas e cashback: quais as diferenças?

Quem atua no varejo deve sempre pensar no que fazer para o consumidor comprar mais. E as estratégias devem ser vantajosas, para que tenham uma boa adesão.

Existem três delas que são muito famosas: o programa de pontos, as milhas e o cashback. Mas nem todo mundo sabe exatamente suas principais diferenças.

O que pode gerar dificuldade para escolher o que oferecer para os clientes. Para que isso não aconteça com você, continue a leitura e entenda um pouco mais sobre cada opção!

O que é um programa de pontos?

O programa de pontos também é conhecido como programa de fidelidade. A cada valor gasto, o consumidor ganha uma quantidade de pontos.

Por exemplo, a cada R$ 10, ele tem direito a 5 pontos. Na medida em que acumula esses pontos, pode trocá-los por outros produtos ou serviços do estabelecimento.

Ou então de empresas parceiras, a depender do setor de atuação de seu negócio. Isso pode ser feito tanto em lojas físicas quanto pela internet.

O programa de pontos pode estar associado ao uso de um cartão próprio ou de determinada bandeira de crédito. Ou ainda, registrado dentro de um sistema particular da loja.

É importante deixar todas as regras explícitas para o consumidor. E informar alterações na troca de pontos de maneira ampla, quando necessário, para que ele possa programar seus gastos e calcular quanto precisa para trocar pelo item que deseja.

Como funcionam as milhas?

As milhas surgiram como uma ação proposta pelas companhias aéreas. Sempre que um passageiro viajava com uma companhia, tinha direito a benefícios calculados de acordo com o trecho percorrido.

Mas, com o passar do tempo, esse conceito mudou um pouco. Agora, as milhas podem ser acumuladas com o uso de cartão de créditos. Em parceria com as companhias, as bandeiras de cartão acumulam milhas para seus usuários.

Quanto mais eles compram, mais milhas ganham. E assim podem trocá-las posteriormente por passagens aéreas.

Ou então por produtos e serviços em lojas parceiras. Há ainda quem acumule milhas para vender. Este é um negócio que está em ascensão no Brasil, inclusive.

Muitas pessoas querem viajar, têm pressa, ou querem algum produto por um valor em conta. E por isso, optam por essa aquisição, que é feita por meio de transferência e com a ajuda de uma empresa especializada.

Do que se trata o cashback?

E agora, vamos ao cashback! Essa alternativa surgiu em 1990, como uma ideia de uma empresa americana chamada Ebates.

A tradução do termo significa “dinheiro de volta”. E é isto o que acontece, literalmente, quando ele é aplicado. Seja pela compra por meio de um cartão da loja, seja na nota fiscal.

Uma plataforma que divulga várias marcas, por exemplo, pode oferecer esse reembolso ao cliente em certos tipos de compra. Se ele gasta, R$ 20, pode receber R$ 5 de volta, em uma situação hipotética.

E com este dinheiro, pode fazer novas compras em outras lojas da mesma plataforma. O mesmo pode ocorrer em uma única loja.

Na aquisição de alguns produtos selecionados, o consumidor recebe uma porcentagem do valor de volta. E assim, pode levar outros itens do mesmo estabelecimento para casa.

Mas atenção! Cashback é diferente de cupom de desconto. O cupom nada mais é do que um abatimento no valor de uma compra. O cliente não recebe nada de volta por isso, certo?

Qual dessas opções é a mais vantajosa?

O programa de pontos e o programa de milhas ainda são alternativas muito buscadas por consumidores brasileiros. No entanto, elas são de fácil esquecimento, porque não têm um uso mais imediato.

Neste sentido, o cashback se destaca. Além de atrair novos clientes, ele contribui para que o relacionamento com consumidores já fidelizados se estreite.

E também atua como um incentivo à conclusão da compra, ou seja, ajuda no poder de decisão do cliente. É um estímulo favorável para que os benefícios de seu estabelecimento realmente tenham valor.

Mas o que é ainda mais importante em relação a ele, é que o aumento do ticket médio, que diz respeito ao valor médio das vendas de um período. O que afeta, inclusive o seu faturamento do mês.

Portanto, ao analisar o que adotar em sua empresa, confira seus objetivos de negócio e o perfil de seus clientes. Assim, tomará uma decisão mais assertiva e que tenha um retorno eficiente.

Quer se aprofundar um pouco mais no assunto? Confira 5 dicas para aumentar o ticket médio no varejo e melhore suas estratégias de venda!

IZIO

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