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Acessibilidade no varejo: idoso empurrando cadeira de rodas de uma senhora

Acessibilidade no varejo: saiba como adaptar seu negócio à diversidade

Você já parou para pensar nas práticas de acessibilidade no varejo? Muitas vezes, o desenvolvimento do negócio é feito sem considerar a diversidade e as necessidades de cada pessoa. Porém, é preciso ter em mente que existem consumidores com deficiência e que o estabelecimento deve estar pronto para recebê-los — de acordo com dados do IBGE, são mais de 45 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência. 

Aqui, os cuidados envolvem questões com a estrutura física e o preparo da equipe para prestar um atendimento de qualidade, focado na acessibilidade e em saber como lidar com a diversidade. Isso pode parecer um tanto desafiador, mas existem algumas dicas que ajudarão a adaptar o seu negócio.

Se você quer aprender como fazer isso, continue com a gente e aprenda como aplicar a acessibilidade para deficientes em supermercados!

Invista na infraestrutura para a entrada

A acessibilidade começa nos meios fornecidos para que o cliente possa chegar ao estabelecimento. Então toda a infraestrutura externa deve estar preparada para facilitar a entrada de pessoas com deficiência e outros problemas que restrinjam sua mobilidade. Aqui, existem algumas práticas comuns: 

  • Instalar rampas de acesso: caso tenha escadas e diferenças de nível, instale rampas de acesso para cadeirantes. Outra opção que pode ser usada são os elevadores;
  • Ter pisos sem irregularidades: é importante nivelá-los e, onde não por possível, instalar rampas e sinalizar;
  • Contar com o piso tátil: eles servem para guiar as pessoas com deficiência visual por meio de uma trilha ou alertar sobre perigos e obstáculos;
  • Reservar vagas de estacionamento: é preciso ter vagas reservadas para idosos e pessoas com deficiência. Nesse caso, o espaço precisa ser maior do que o comum, para permitir a retirada de andadores, cadeiras de rodas e facilitar a locomoção.

Tenha carrinhos adaptados para as compras

Um dos itens fundamentais no supermercado e outras lojas de varejo são os carrinhos. Porém, os modelos comuns podem trazer dificuldades para as pessoas com deficiência, principalmente quando ela está relacionada à mobilidade. Diante disso, existem modelos adaptados no mercado que visam garantir a acessibilidade durante as compras.

Assim, é possível adquirir carrinhos que contam com assento adequado para receber pessoas portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida, além dos adaptados para cadeirantes. Sem dúvidas, oferecer essa possibilidade aumenta a acessibilidade, proporcionando mais autonomia e conforto aos consumidores.

Pense no layout e na disposição dos produtos

O layout interno e a disposição dos produtos foram pensados para garantir acessibilidade? Muitas vezes, ao organizar o estabelecimento, esse critério não é considerado. É importante que as prateleiras sejam de fácil acesso, com distanciamento que facilite a circulação e de modo que permitam a aproximação frontal e lateral.

Aqui, vale a pena priorizar a disposição vertical dos itens, para que os clientes consigam alcançar os produtos que desejam sem precisar de auxílio. Caso tenha bancadas, não se esqueça de criar espaços que tenham a altura adequada para atender cadeirantes. Para facilitar, não se esqueça das guias e das sinalizações táteis para auxiliar as pessoas com deficiência visual.

Invista em uma boa comunicação

A comunicação é fundamental para a experiência do cliente, então é preciso reavaliar como isso é feito. As limitações trazidas por algumas práticas podem impedir que eles leiam as etiquetas ou visualizem corretamente certas cores, como acontece com os daltônicos.

Por exemplo, as lojas Walmart e Sam’s Club dos Estados Unidos instalaram o ScripTalk em suas farmácias: é um equipamento que lê as etiquetas desenvolvidas com informações sobre dosagem, nome do medicamento, instruções e usos, avisos e outros dados. 

Além das ferramentas de tecnologia, que trazem ótimas soluções para a gestão e o atendimento no varejo, existem outras medidas que podem ser implementadas. Por exemplo:

  • inclusão de etiquetas em braile com nome e preço dos produtos;
  • instalação de equipamentos de leitura de código de barras que descrevam o produto, além de dar o preço;
  • utilize letras grandes e legíveis em etiquetas, ofertas e outros comunicados;
  • verifique se as cores estão adequadas (com contraste e acessíveis para daltônicos);
  • não tenha sinalizações feitas com base apenas em cores;
  • tenha sinais sonoros e visuais para indicar os caixas livres.

Treine a equipe para lidar com a diversidade

Por fim, é fundamental ter uma equipe treinada para lidar com a diversidade. Eles devem estar preparados para prestar auxílio e dar a atenção necessária aos consumidores. Um dos pontos essenciais, aqui, é ter sensibilidade e empatia no relacionamento. Alguns pontos que podem ser trabalhados são:

  • treinar os empregados a respeito de comunicação clara, que permita a leitura labial;
  • ter pessoas capacitadas para se comunicar por Libras, a linguagem brasileira de sinais;
  • capacitar pessoas para lidar com as demandas de consumidores autistas, que podem ter algumas dificuldades com barulhos, filas etc.;
  • delinear boas práticas de atendimento e suporte ao cliente.

Além de garantir um ambiente mais adequado aos consumidores, investir na acessibilidade no varejo também é uma medida importante para seguir a legislação. Então, aproveite as nossas dicas e faça as adaptações necessárias em seu estabelecimento!

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